Serif vs Sans Serif in Luxury Logos: A Visual and Branding Analysis

Uma breve introdução à serif e sans-serif
A origem da palavra “serifa”, ou “serife” em português, é um tanto quanto obscura. Muitos acreditam que ela vem do holandês scrap, que significa linhas finas. O nome é apropriado, uma vez que as serifas são pequenos prolongamentos ou traços, que aparecem no final das arches das letras, de modo que fontes serife são fontes com serifa, e fontes sans-serif são fontes sem serifa.
As fontes serifadas: tradição e eleganância
As fontes serifadas originaram-se na Roma Antiga, onde ao se talhar as letras do mármore, os artesãos echavam um pequeno espaço no final das letras para evitar o álcumulo de poeira ou sujeira. Esse estilo de fonte foi trazido ao mundo da impressão após a invinção do sistema mecânico de tipos móveis, criado por Johannes Gutenberg.

As fontes sans-serif: modernidade e minimalismo
As fontes sans-serif são fontes mais modernas, tendo aparecido pela primeira vez no ano 1815. Ao contrário das fontes serifadas, as sans-serif são menos decorativas e têm uma aparência mais simples e minimalista.
Serif vs Sans Serif em marcas de luxo
Em termos de design gráfico, as fontes serifadas são mais comumente utilizadas em jornais, revistas, livros e assim por diante. Por outro lado, as sans-serif são mais comumente utilizadas em campanhas publicitárias e logotipos de marcas modernas e minimalistas.

Conclusão
Como sempre, a escolha entre serifa ou sans-serif depende bastante do estilo desejado para o projeto em questão. Ambas as fontes têm suas vantagens e desvantagens e podem ser utilizadas de maneira eficaz em marcas de luxo. É importante lembrar que a escolha da fonte deve sempre refletir o estilo, identidade e história da marca.